
Antes do projeto, a entrada de novos clientes era manual, fragmentada e dependente de interações humanas desde o início. Esse modelo gerava dois problemas críticos:
O desafio não foi aumentar volume de leads, mas estruturar a entrada do ecossistema, garantindo dados relevantes desde o primeiro contato sem comprometer a fluidez da jornada.



Entrevistas com stakeholders internos e usuários externos revelaram um ponto central:
“O problema não era interesse em captar recursos, mas dificuldade em entender o que era necessário para avançar com segurança.”
Tomadores e investidores iniciavam o contato, mas:
Internamente, isso gerava retrabalho, gargalos e atrasos na validação de oportunidades com real potencial de estruturação.


O foco passou a ser:
O portal foi concebido como camada de pré estruturação, onde dados, expectativas e critérios já eram organizados, reduzindo fricção nas etapas seguintes do ciclo.


A solução tomou forma como um portal de triagem e prospecção, com fluxos distintos para tomadores e investidores.
Principais decisões de design:
Todo o fluxo considerou viabilidade técnica, regras de negócio e integração futura com sistemas internos.


Os fluxos foram validados com:
Os testes mostraram maior autonomia dos usuários e dados mais estruturados para as equipes internas, reduzindo intermediação precoce e ruído operacional.


O projeto consolidou um aprendizado central:
A qualidade da originação define eficiência, risco e escala em crédito estruturado.
Ao estruturar a entrada de tomadores e investidores, foi possível reduzir fricção operacional e preservar o tempo das equipes especialistas.
Esse trabalho aprofundou minha atuação em produtos financeiros regulados, com visão sistêmica desde o primeiro ponto de contato.